Igreja em Campina Grande
O Testemunho da Unidade do Corpo de Cristo nesta Cidade.
Horário das Reuniões: Terça-Feira - Reunião de Oração - 20:00Hs.  -  Quarta-Feira - Reunião de Grupo Familiar - 19:30Hs.  -  Sexta-Feira - Reunião dos Irmãos de Seviço - 19:30Hs.  -  Sábado - Reunião Ministérial da Palavra - 19:30Hs.  -  Domingo - Reunião do Partir do Pão - 17:00Hs.
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A Integridade de Jó

 "Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó; homem íntegro e reto, temente a Deus, e que se desviava do mal" (Jó 1:1). Não só os homens reconheciam que Jô era tal pessoa, mas o próprio Deus também o reconhecia (v. 8). Prova disso é que depois da primeira provação pela qual Jó passou (vs. 13-22), Deus repetiu as mesmas palavras sobre ele para Satanás (2:1-7)

O padrão de perfeição dos homens daquela época era que os homens deviam ser íntegros, retos, tementes a Deus e se desviassem do mal. Sem dúvida, devemos almejar ter esse padrão; no entanto, ao contrário de Jó, essas características não podem ter origem em nós mesmos, mas devem provir do rato de Cristo viver em nós. Para Deus não é suficiente o que o homem é capaz de produzir por si mesmo — tanto Deus quanto o homem precisam do que Cristo é.

Na Bíblia, é possível ver-se uma progressão na relação entre Deus e o homem e, por conseguinte, no padrão de perfeição de cada época. Na época de Jó, por exemplo, o homem era guiado apenas por sua consciência, por meio da qual distinguia o bem e o mal. Porém após os israelitas terem recebido, de Deus, a lei, eles já não usavam apenas a consciência, mas agora a lei é que lhes dizia o que era certo e o que era errado. No entanto, nenhuma dessas situações satisfazia plenamente a Deus, uma vez que, por si mesmo, o homem jamais alcançará o padrão de santidade e perfeição de Deus. Por isso. Ele se fez homem, morreu, ressuscitou, tornou-se o Espírito que dá vida e, como o Espírito, Ele habita em todos os que crêem (l Co 15:45b; 3:16,17) Assim, a vida de Cristo é o padrão de bem e mal no interior daqueles que crêem.

Em Colossenses 3:15 lemos: "Seja a paz de Cristo o árbitro em vosso coração, à qual, também, fostes chamados em um só corpo; e sede agradecidos". Nós necessitamos viver de modo que tenhamos a paz de Cristo em todo o tempo. Isso significa que a vida de Cristo em nós, a qual define o que é certo ou errado, se manifesta como paz: a presença de paz indica a aprovação de Cristo, enquanto sua ausência significa que algo não está de acordo com a vida de Cristo.

Precisamos aprender a conhecer a paz de Cristo dentro de nó. Quanto mais contato vivo tivermos com o Senhor e quanto mais O conhecermos por meio da comunhão com outros irmãos, da oração e do contato com a Bíblia, mais claramente Sua paz se manifestará em nós. Por ainda estarmos neste processo de aprendizado, não tendo crescimento suficiente, sem dúvida muitas vezes erraremos, confundindo nossa própria vontade com a paz de Cristo. No entanto, quando percebermos isso devemos simplesmente arrepender-nos e voltar ao Senhor uma vez mais, para conhecê-Lo mais e à Sua paz.

Ser Perfeito

Em toda a Bíblia vemos Deus exigindo do homem que este seja perfeito. Noé, por exemplo, era um homem justo e íntegro entre os seus contemporâneos, pois andava com Deus (Gn 6:9). Podemos dizer que, de acordo com a exigência de Deus e dos homens para sua época, Noé era um homem perfeito. A Abraão, porém, Deus disse especificamente: "Quando atingiu Abrão a idade de noventa e nove anos, apareceu-lhe o SENHOR. e disse-lhe: Eu Sou o Deus Todo-Poderoso: anda na minha presença e sê perfeito" (Gn 17:1).

Por que Abraão não era perfeito? Porque ele quis ajudar Deus no cumprimento de Sua promessa. Deus queria dar a Abraão uma descendência, porem Ele, Deus, é quem cumpriria essa promessa. SE Abraão, por meio da fé, aguardasse o cumprimento do que Deus prometera, ele seria perfeito. No entanto, ele atendeu à sugestão de sua esposa, Sara, e gerou um filbo com Hagar, a escrava egípcia (Gn 16:1-4). Desse modo, por meio do esforço humano de Abraão, Ismael foi gerado (vs, 11, 15). No entanto, este não era o descendente prometido por Deus. Abraão não foi aprovado nesse teste de sua fé.

Por haver tentado ajudar a Deus, Abraão revelou-se como alguém imperfeito. Como, então, ser perfeito? A única maneira é sendo livrado da carne. Por isso, Deus instituiu a circuncisão, que indica a necessidade de a carne, a totalidade do homem tripartido caído e pecador, ser eliminada (17:9-11-). No entanto, a circuncisão física era apenas um sinal, pois não mudava os homens em sua essência e natureza. Por isso, Deus continuou avançando em Sua economia conduzindo os homens à nova aliança.

Hoje, nos tempos do Novo Testamento, sob a nova aliança, como podemos ser um homem perfeito? E necessário que a carne seja eliminada. Para isso, precisamos permanecer unidos a Cristo em Sua morte na cruz. Por nós mesmos, não conseguimos livrar-nos da carne; por isso, precisamos unir-nos, pela fé, à obra consumada de Cristo na cruz.

Em Deuteronômio 18:13 ha a exigência de Deus para que os israelitas fossem perfeitos. Davi alcançou esse padrão, conforme registrado em 2 Samuel 22:24: "Fui inculpável para com ele [Deus] e me guardei da iniquidade". Davi era um homem temente a Deus que se guardava da iniquidade, assim como Jó. Assim, Davi atendeu às exigências de Deus em sua época.

O Senhor Jesus também declarou a ordem de Deus para que o homem seja perfeito. Mateus 5:48 registra Sua palavra: "Sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste". Nos capítulos 5 a 7 desse mesmo evangelho, o Senhor Jesus havia falado do padrão divino para o povo do reino dos céus. (Por essa razão, esses capítulos de Mateus são chamados de a constituição do reino dos céus.) Podemos, então, dizer que Mateus 5:48 é a conclusão dos versículos anteriores, resumindo o desejo de Deus; que sejamos perfeitos como Ele, nosso Pai celeste, é perfeito. No entanto, por nós mesmos jamais seremos perfeitos.

Mateus 19 registra o diálogo de um jovem, que guardava a lei, com o Senhor Jesus. Ele perguntou a Jesus: "Mestre, que farei eu de bom, para ter a vida eterna? Respondeu-lhe Jesus: Por que Me perguntas acerca do que é bom7 Bom só existe um. Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos. E ele lhe perguntou: Quais? Respondeu Jesus: Não matarás, não adulterarás, não furtarás, não dirás falso testemunho; honra a teu pai e a tua mãe e amarás o teu próximo como a ti mesmo. Replicou-lhe o jovem: Tudo isso tenho observado; que me falta ainda?" (vs. 16-20). Ele era um jovem que observava os mandamentos — talvez estivesse de acordo com o padrão do Antigo Testamento. No entanto, sob a nova aliança, esse padrão ainda era insuficiente. Por isso, "disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens e dá aos pobres, e terás um tesouro nos céus; depois, vem e segue-Me" (v. 21).

O Senhor ordenou àquele jovem algo que ele não conseguia cumprir, pois tinha muitas propriedades- Isso demonstra que o padrão de perfeição do Novo Testamento é impossível de ser atingido pelo homem com sua força natural. E isso que aquele jovem deveria ter reconhecido; no entanto, ele se afastou triste. Aquele jovem não quis ser perfeito.

E o Senhor Jesus prosseguiu: "Disse Jesus a seus discípulos; Em verdade vos digo que um rico dificilmente entrará no reino dos céus. E ainda vos digo; E mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha, do que entrar um rico no reino de Deus, Ouvindo isso, os discípulos ficaram grandemente atónitos, e disseram; Quem pode então ser salvo? Jesus, olhando para eles, disse-lhes: Isso é impossível aos homens, mas para Deus tudo é possível" (vs. 23-26). Jesus havia estabelecido para o jovem algo impossível, mas era plenamente possível para Deus. Por essa razão, Jesus comparou a entrada do rico no reino dos céus com. o passar de um camelo pelo fundo de uma agulha. Alguns tentam explicar esse versículo dizendo que para entrar em Jerusalém havia uma porta chamada Fundo de Agulha. Assim, para que os camelos pudessem entrar, eles tinham de abaixar-se depois de lhe tirarem toda a carga, e então entravam arrastando-se.

Essa explicação humana significa que é difícil para um homem entrar por seu próprio esforço no reino dos céus, mas não é impossível. Isso, no entanto, é absolutamente contrário à revelação da Bíblia. Jesus foi muito claro ao dizer que isso é impossível ao homem e só é possível para Deus. Portanto, o homem, por si só, não pode ser perfeito, mas Deus, nele, pode!

Ao ouvir o que Jesus disse, Pedro lhe falou: "Eis que nós tudo deixamos e Te seguimos, que haverá então para nós? Jesus lhes respondeu; Em verdade vos digo, que vós os que Me seguistes, quando, na regeneração, o ilho do Homem se assentar no trono da Sua glória, também vos assentareis em doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel. E todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou filhos, ou campos, por causa do Meu nome, receberá muitas vezes mais, e herdará a vida eterna" (vs 27-30). E nós, temos deixado tudo para seguir o Senhor? Se o fizemos, qual é nossa motivação: ganhar um trono na glória? herdar muitas vezes mais tudo o que deixamos?

Nós devemos seguir ao Senhor, não para receber algum prêmio, mas simplesmente porque O amamos. Por amor, estamos dispostos a pagar qualquer preço para segui-Lo. Não seguimos o Senhor para um dia receber recompensas, mas O seguimos por causa de Sua Palavra. Se assim procedermos, com certeza reinaremos com o Senhor no trono de Sua glória, mas essa não deve ser nossa motivação — nosso coração deve ser puro. Se o Senhor nos dissesse c[ue mesmo que O seguíssemos com fidelidade, Ele não nos recompensaria, nós continuaríamos a segui-Lo?

Avançando

Em Filipenses 3:12 Paulo registrou: "Não que eu o tenha já recebido, ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também já fui conquistado por Cristo Jesus". Paulo seguia ao Senhor fielmente; ele já havia considerado tudo como refugo para obter a excelência do conhecimento de Cristo. Mas ele sabia que ainda precisava prosseguir, avançar para alcançar a perfeição, até ser plenamente substituído por Cristo. Enquanto sofria por Cristo, Paulo era conformado à Sua morte (v. 10).

Paulo sabia que ainda não havia obtido a perfeição. Ele não era como Jó que, em sua época, se considerava um homem perfeito. Ele também não era como Davi que, no seu cântico, disse ser inculpável, pois hoje o padrão de perfeição é diferente do padrão deles. Mas mesmo que ainda não a tenhamos alcançado, não podemos desanimar. Na carreira cristã há muitos contratempos, derrotas e sofrimentos, mas isso pode se reverter em benefício para nós se virmos tudo como oportunidades para negar a nós mesmos e permitir que Cristo viva em nós. Sempre que nosso homem natural é derrotado, devemos levantar-nos no novo homem e prosseguir, até Deus fazer-nos homens perfeitos em Cristo.

Esse era o encargo de Paulo, revelado em Colossenses 1:28. Além de almejarmos, nós mesmos, ser perfeitos, devemos anunciar o evangelho a fim de conduzir outras pessoas ao Senhor para que elas também sejam perfeitas Nele. Entre seus cooperadores, Paulo destaca Epafras, que se esforçava continuamente em orações pêlos colossenses, para que eles fossem conservados perfeitos e plenamente convictos em toda a vontade de Deus (4:12). Devemos aprender com esse irmão a orar por todas as igrejas e por todos os santos.

Retidão

Jó era também uma pessoa rela. Retidão se manifesta especialmente no falar. Uma pessoa assim não usa de meias palavras, meias verdades, não fala de maneira política a fim de agradar homens, mas seu sim é sim e seu não é não (Mt 5:37). Sem duvida, retidão no falar não significa, como entendem alguns, grosseria e rudeza. Pelo contrário, nossa palavra reta deve ser cheia de amor, sabedoria e doçura. Os três amigos de Jó não agiram dessa maneira, antes, a todo tempo, acusavam-no, tentando provar que ele estava errado- Hoje, porém, quando falamos por meio da vida divina que está em nós, espontaneamente manifestamos humildade, mansidão, longanimidade e compaixão. Se virmos algum irmão com problemas, devemos ajudá-lo de maneira franca e amorosa, ouvindo-o, conduzindo-o à Palavra e ao Senhor e orando por ele e com ele.

Em Filipenses 2:14, 15 há uma doce orientação de Paulo: "Fazei tudo sem murmurações nem contendas; para que vos torneis irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual resplandeceis como luzeiros no mundo". As pessoas ao nosso redor são pervertidas e corruptas, e o falar delas é igualmente corrupto, cheio de mentiras e adulação, de malícia c segundas intenções. Portanto, nós, por meio de nosso falar, temos de brilhar no meio desta geração como luzeiros no mundo, para expressar a palavra da vida.

Paulo também deu ao seu jovem cooperador Timóteo preciosas recomendações que visavam aperfeiçoar seu caráter, especialmente no que diz respeito à Palavra de Deus. Em 2 Timóteo 2:15 ele registra: "Procura apresentar-te a Deus, aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade". A frase "maneja bem" pode ser traduzida por "corta retamente", no sentido de cortar com um serrote, como um carpinteiro experiente. Este, sem dúvida, ao serrar, o faz em linha reta, sem desvios. Do mesmo modo, quando lidamos com a Palavra de Deus, precisamos fazê-Io de maneira reta, sem desvios. Não podemos interpretar a Bíblia de acordo com nosso próprio entendimento, mas precisamos que a própria Bíblia se explique. Em outras palavras, uma verdade derivada de um versículo precisa ser confirmada por toda a Bíblia. Portanto, precisamos exercitar a retidão no estudo e na apresentação da Bíblia.

Temor de Deus

Temer a Deus, uma das características de Jó, significa, por um lado, respeitar a Deus e, por outro, ter temor Dele. Quando pecamos, é evidente que devemos ter medo de Deus, pois ferimos Sua santidade, e seria correio que Ele nos castigasse de acordo com as exigências da Sua justiça. Por outro lado, se nossa relação com Deus for exclusivamente baseada em ter medo Dele, isso jamais resultará em uma comunhão de amor, cheia de doçura e alegria. Portanto, justamente por temermos a Deus, por temermos magoá-Lo, é que buscamos um viver de justiça e santidade, um viver cuja vida é Cristo.

Filhos e Bens

Outra característica de Jó é que ele tinha dez filhos (três filhas e sete filhos). Aparentemente, seus filhos viviam em muita harmonia, pois, segundo o relato da Bíblia, eles estavam constantemente se banqueteando na casa um do outro. Além disso, Jó tinha muitos rebanhos e, certamente, muitos empregados para cuidar de seus rebanhos. Oe acordo com o padrão da época, muitos filhos e muitos bens era um sinal de que Jó era um homem muito abençoado por Deus.

Pecados e Sacrifícios

Jó era temente a Deus. Por essa razão, após os banquetes em que seus filhos se reuniam, Jó temia que eles talvez tivessem pecado- Então, decorrido o turno de dias de seus banquetes, chamava Jó a seus filhos e os santificava e apresentava sacrifícios por eles. As pessoas do mundo procedem de maneira semelhante: no carnaval, por exemplo, dão vazão ao pecado e à carne, mas depois simplesmente fazem suas "confissões" e benzem-se com a cinza no ritual da quarta-feira de cinzas, considerando-se, com isso, perdoadas de seus pecados. Jó, porém, oferecia sacrifícios não para tranquilizar sua consciência, mas por genuíno temor a Deus.

Todavia, sob a nova aliança com Deus, não devemos agir nem como as pessoas do mundo nem como Jó. A Bíblia registra que ele apresentava sacrifícios pêlos filhos, mas não por si mesmo. Será que ele não tinha pecados? Será que ele não tinha do que se arrepender? Nós, se pecamos, devemos confessar nosso pecado e dele nos arrepender sinceramente para, assim, recebermos o perdão de Deus. Por amor ao Senhor, devemos andar sempre de maneira vigilante, desembaraçando-nos do pecado que tenazmente nos assedia (Hb 12:1).

As pessoas do mundo comem, bebem e se divertem de maneira pecaminosa. Mas nós, cristãos, somos diferentes, pois somos sacerdotes de Deus, somos "nazireus". Nós nos abstemos do vinho e das bebidas fortes, não por haver qualquer lei que nos obrigue a isso, mas porque nós escolhemos não cair em dissolução, preferimos não perder a sobriedade para que tenhamos condições de considerar todas as coisas à luz de Deus sem confusão. Não queremos jamais nos embriagar com vinho, preferimos, antes, nos embriagar do espírito (Ef 5:18).

Jó confessava que seus filhos podiam ter pecado, então apresentava holocaustos diante de Deus. No Novo Testamento não mais apresentamos a Deus ofertas de animais, mas o próprio Cristo, como o Espírito, habita em nós, e no Espírito temos a realidade de Seu sangue, que nos lava de todo pecado e injustiça. Mesmo que não tenhamos cometido nenhum pecado, ainda assim precisamos do sangue do Cordeiro, pois nós mesmos somos pecadores por constituição e vivemos num mundo pecaminoso, que constantemente nos suja e contamina. Então, precisamos estar constante mente na presença do Senhor, Não devemos ir a Ele somente quando pecamos, mas, sim, porque queremos manter uma comunhão íntima com o Senhor. Portanto, devemos viver sempre em Cristo, a fim de sermos perfeitos, não como Jó, mas como Cristo é.

Texto extraído do Livro Não Mais eu Mais Cristo - O Livro de Jó - da Editora Árvore da Vida, acesse o site: www.arvoredavida.org.br

Versículo Para Ler e Orar

   
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Ultima Atualização: quarta-feira, 24 de junho de 2015 12:29:50